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Cerveja: o desafio da monogamia

Cerveja: o desafio da monogamia

Se o Destino me impusesse a limitação de beber só uma cerveja, só essa única cerveja, daqui até o final dos tempos, eu diria, sem nenhuma dúvida: “Orval” (mas se pudesse de vez em quando dar um gole numa Duchesse, eu ficaria mais do que agredecido).

No futuro, as Maria Eduardas vão dominar o mundo com seus lhasa apsos. As Patrícias, Renatas, Julianas e Danielas vão sobreviver em guetos, com seus labradores velhuscos, que à noite relembrarão, solitários, os bons tempos em que as calçadas eram só deles.

Em quanto tempo você deixa de se sentir um intruso numa cidade nova? Ontem à noite, voltando pra casa tarde, parei na avenida Paulista, antes de descer para o metrô Trianon, e pela primeira vez fiquei ali encostado na grade de um prédio terminando o cigarro. Só olhando as pessoas e curtindo a temperatura amena.

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Nicolau Olivieri
Carioca, casado, pai, e curte cerveja.

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