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Mais 4 fatos históricos sobre sexo que não te ensinaram na escola

História não é uma matéria chata. O jeito que ensinam é que é errado. E eu já demonstrei isso em um texto anterior. É tudo questão de foco. Quem é que quer saber sobre capitanias hereditárias? Eu não. Vamos ao que interessa: sacanagem, é claro. Prossiga, por gentileza.

1. Pintando, bordando e costurando pra fora: conheça a devassa que precedeu todas as outras

Messalina (17 d.C. a 48 d.C.) : esse nome virou sinônimo de mulher promíscua (pelo menos em novelas da Globo: já reparou que vira e mexe aparece uma tiazinha revoltada criticando alguma piriguete, botando as mãos na cintura e dizendo que fulana é “uma Messalina”? Então!).

Mas quem foi a Messalina de verdade? Bem, não sei se você acredita em superstições como “genética”, mas ela era prima tanto de Nero quanto de Calígula, dois dos imperadores romanos mais devassos da História.

Mas, apesar desses parentescos interessantes, foi com outro primo que a moça se casou: seu marido era o imperador Cláudio, sujeito que tinha mais chifre na cabeça do que um exército viking tem nos capacetes. Isso porque Messalina era insaciável e, no quesito “sacanagem”, estava muito à frente do seu tempo: ela não tava nem aí pra essas convenções burguesas do tipo “fidelidade” e tudo mais. O negócio dela era pegar geral. Ela gostava tanto de transar que costumava ir disfarçada com o codinome de “Loba” a um puteiro romano onde ficava dando até de manhã, quando pediam pelo amor dos deuses pra ela ir embora, porque as profissionais de verdade já tinham todas ido pra casa (!).

Foi numa balada dessas, num prostíbulo que, segundo o historiador romano Plínio, “o Velho”, a Messa cismou de entrar numa competição com uma prostituta pra ver quem dava mais. E ganhou. Após 24 horas seguidas, Messalina tinha feito sexo com 25 homens.

2. A frase “Estou morrendo de tesão!” nunca foi tão verdadeira

E a forma de expressar esse desejo todo foi bastante literal: o capitão de cavalaria russa Ludoc Baumgarten meteu uma bala no próprio peito ao enlouquecer de tesão com a apresentação de Lydia Thompson, a primeira mulher a fazer strip em um palco na história. Essa morte trágica era narrada em 1868, quando Lydia, inglesa de origem, se apresentou em Nova Iorque. Aparentemente, a história era usada como teaser pra dar ideia do nível de excitação causado pelo espetáculo.

Detalhe: nem mostrar a b*ceta a srta. Thompson mostrou. Na época, os homens piravam com a simples visão da meia-calça da mina e era só até aí que ia a “nudez”. Já pensou o que aconteceria se ela pagasse peitinho, por exemplo? Não sei, mas estou pensando em algo do tipo suicídio em massa! Afinal, nem todo mundo está preparado para sedução muito à frente do seu tempo, não acha? R.I.P. Capitão Baumgarten.

burlesque

3. O Trovão da Sabedoria Flamejante: a história do monge que trepava (e muito)

O tibetano Drukpa Kunley (1455 – 1529), era chamado de “Santo das Cinco Mil Mulheres”. Esse monge budista ganhou fama por seus métodos pouco convencionais e costumava abençoar mulheres transando com elas. É uma boa desculpa, né? Mas nem tente fazer igual: Kunley era inteiramente despojado de bens materiais e costumava andar nu e se fingindo de louco. E você sabe muito bem que não é tarefa fácil levar uma mulher pra cama quando se chega nela vestido e com um papo razoável, imagina nessas condições… O cara era f*da.

“Ah! Então era por isso que o Kunley era chamado de Trovão da Sabedoria Flamejante, como está escrito aí em cima?”, perguntará você, gata, sempre sagaz e seminua, enrolando seus cachos dourados no dedo indicador de um jeito sexy e displicente. E eu direi, não, meu bem, não! Esse era o apelido do pau dele, que, segundo a crença que persiste até hoje no Butão, país onde viveu, seria capaz de dominar demônios e trazer boa sorte. Aliás, a crença é tanta que existe uma réplica de madeira do órgão dele usada pra dar a benção num mosteiro por lá. Além disso, a população pinta pir*cas nas paredes pra afastar maus espíritos. Trata-se de um povo espiritualizado pra c*ralho, com certeza! Namaste.

4. O homem que descobriu o ponto G

Estou em dúvida se devo ser grato ao ginecologista alemão Ernst Gräfenberg (18881-1957): ele é o “G” de ponto G porque foi o descobridor dessa zona erógena. Por um lado, conhecimento sobre o que um homem mais gosta na vida nunca é demais. Por outro, depois que ele descobriu esse troço, a preocupação em estimular o tal ponto jamais sairá das nossas mentes, diz aí, rapaziada. Eu pelo menos penso muito nisso. E nem sempre é fácil achar o local direitinho (eu já tentei com Google Maps, mas não achei nada – quem sabe se lançarem uma camisinha com GPS?).

E por que é tão difícil assim? Calma, não é falta de competência da sua parte, amigão. Nem da minha. A descoberta de Gräfenberg é questionada até os dias de hoje. Pra você ter uma ideia, em anos recente (2009, pra ser mais exato), um estudo inglês declarou que não era possível provar a existência do ponto G, que segundo Gräfenberg, poderia levar a orgasmos mais poderosos incluindo os acompanhados de “ejaculação feminina” (manja aqueles vídeos de “squirting” no Xvideos? Então).

Pois é. Deve ser por isso que eu sigo procurando esse que é, sem dúvida alguma, o Santo Graal da f*da. Aliás, se alguém achar, por favor, NÃO me avisa, OK? Assim como nos livros de Paulo Coelho, a busca é muito mais importante do que o destino final da jornada.

Em tempo: Gräfenberg também inventou o DIU, garantindo a homens e mulheres de todo o mundo diversão sem preocupação com gravidez. Valeu, Gräfe!

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Escrito por RC

RC

Somos uma equipe de refinados cavalheiros versados nas mais diversas áreas do conhecimento humano, mas com algo em comum: nosso devotado estudo da alma feminina em todas as suas manifestações. Principalmente a física.

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